Em 2011 celebra-se o centenário do livro Princípios de Administração Científica, de Frederick Winslow Taylor, que revolucionou o mundo das organizações com suas propostas que visavam reduzir desperdícios, sistematizar o trabalho e gerar assim maior eficiência nos processos fabris. Os quatro princípios fundamentais da Administração Científica de Taylor são o planejamento, a preparação dos trabalhadores, o controle e a execução.
A 1a Guerra Mundial deu aos americanos oportunidades de aplicar em larga escala os padrões de eficiência de operação militar. Os franceses ficaram profundamente impressionados com a velocidade das tropas americanas na contrução de cais, estradas e linhas de comunicação. Nos anos 50 os japoneses retomaram as idéias de Taylor para renovar sua indústria e criaram o conceito de Kaizen, uma aplicação derivada do taylorismo. Os resultados alcançados com a aplicação dessa técnica, bem como a subsequente popularidade do combate ao desperdício, fariam os princípios da administração científica continuar desfrutando de grande interesse na virada do milênio.
Uma das maiores críticas ao modelo de Taylor porém é a de que ele transformou o homem em uma apêndice da máquina. O operário era tratado como uma engrenagem do sistema produtivo, passivo e desencorajado de tomar decisões já que os gerentes não ouviam as idéias das classes hierárquicas inferiores, uma vez que essas eram consideradas desinformadas.
O CRA/RJ quer saber: Os princípios de Administração Científica propostos por Taylor ainda são aplicados nos dias de hoje pelas organizações? Em que dimensão? Envie sua opinião para webradio@cra-rj.org.br .